Governo do Distrito Federal
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17/07/23 às 15h42 - Atualizado em 12/03/24 às 14h43

Projeto Repositório Digital é fomentado pela FAPDF

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Em parceria com o Arquivo Público, o projeto tem como objetivo analisar as imagens do acervo público de Brasília. O valor investido foi mais de um milhão

 

 

Professora Luciana Jobim e comunidade acadêmica durante apresentação do projeto || Foto: Lisrael Costa/ FAPDF

 

 

Lucíola Barbosa

 

Cerca de 30 pessoas – entre graduados, graduandos e mestrandos da Universidade de Brasília, UDF e Centro Universitário Uniceplac – participaram, na tarde desta sexta-feira (14), da apresentação do projeto Repositório Digital, oriundo da chamada pública 02/2022, vinculada ao Edital 04/2020, e norteada pelas diretrizes do programa Desafio DF. O evento foi realizado no Parque Tecnológico – Sebrae Lab.

 

Fomentado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), o valor investido no projeto foi de R$ 1,47 milhão, em parceria com o Arquivo Público (ArPDF). O programa é direcionado à ação de fomento à pesquisa, desenvolvimento científico e tecnológico e inovação. A metodologia em grupos, empregada pela organização do projeto, foi constituída a partir de um trabalho com imagens de acervos públicos, como o da Novacap.

 

O intuito do encontro foi apresentar resultados parciais e vislumbrar possibilidades futuras de continuação dos projetos em parcerias. “Sem a FAP, isso não seria possível”, resumiu a coordenadora do projeto Repositório Digital, professora Luciana Jobim. Segundo a professora, os pesquisadores trabalharam 20 horas semanais dentro do Arquivo Público.

A coordenadora científica da FAPDF, Ana Paula Aragão, fez questão de ressaltar a importância do projeto. “É muito bom quando se fomenta projeto como esse. Um orgulho!”, valorizou. “É uma troca de conhecimento”.

 

Grupos

 

Quatro grupos foram escolhidos pela coordenação para fazerem a apresentação dos projetos, formados, em sua maioria, por arquitetos, historiadores, museólogos, biólogos, paisagistas e cientistas ambientais. “Selecionei grupos que avançaram nas imagens”, justificou Luciana.

 

As fotos digitalizadas no acervo do arquivo público foram utilizadas pelos pesquisadores como fonte de pesquisa, visando à transcrição do momento histórico, mas também tiveram outras fontes variadas, como livros, artigos e matérias de revistas, obras da época da construção de Brasília.

 

Entre os temas, havia um leque de eixos temáticos intitulados em pastas dos arquivos, como paisagem, energia, hotéis, carros antigos, monumentos, o bioma Cerrado, entre outros. Além disso, foram realizadas várias visitas técnicas aos locais estudados. “As informações por mais ricas que sejam, são insuficientes”, declarou um dos integrantes da equipe que fez apresentação.

 

Em mais uma etapa do projeto, que se iniciou em fevereiro, perto de 950 fotos foram analisadas por uma arquivista, cujo trabalho teve início na primeira semana do mês passado.

 

 

 

 

 

 

 

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